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Prevenção da Aids que realmente funciona

Texto original publicado em 2005 e atualizado em 22/09/2014

Conceitos anticristãos e ateístas dificilmente conseguirão dar boas soluções aos problemas da Saúde Pública brasileira. Os adeptos destas filosofias concebem projetos muito bem maquiados, por fora, mas internamente são falhos e ineficientes. As campanhas de prevenção da Aids, dos últimos anos, estão muito mais para propaganda de promiscuidade sexual do que campanhas de prevenção.

De fato, o objetivo principal das campanhas é louvável, mas os efeitos colaterais são desastrosos e atingem toda a população.

As propagandas de camisinha, por exemplo, são de alto risco porque a Aids é conseqüência dos ambientes promíscuos. Por isso, as campanhas que indiretamente estimulam a promiscuidade (a multiplicidade de parceiros, sob o título de "sexo seguro"), acabam aumentando a proliferação da Aids especialmente entre os jovens e os adolescentes. Note que, se para um adulto maduro já é difícil interromper um "aquecimento" para vestir esse preservativo, imagine para um adolescente na flor das descobertas. Além disso, os adolescentes estão sendo estimulados a fazer sexo cada vez mais cedo por estas próprias campanhas que deveriam estar minimizando, e não agravando o problema.

Em 1999, algumas campanhas chegaram ao absurdo de comparar e substituir o anel de casamento por camisinha. Uma visão totalmente pagã e que só serve para multiplicar ainda mais todos os problemas de origens sexuais. A pessoa tem que ser muito ingênua para acreditar que um casal, que vive junto como marido e mulher, vai usar camisinha freqüentemente em obediência às propagandas do Ministério da Saúde.

As campanhas atuais podem promover alguns esclarecimentos realmente benéficos, mas servem também para popularizar o sexo entre crianças e adolescentes, estimular a prostituição juvenil, enfraquecer os laços familiares e propagar a vulgaridade e o desrespeito que resultam em violências.

Se marido e mulher precisam se prevenir contra a Aids, esta prevenção passa principalmente pela fidelidade conjugal, e não pelo uso de camisinha. A expansão da Aids nunca foi uma simples conseqüência da prática sexual, na realidade ela é conseqüência da depravação sexual, e é essa depravação que precisa ser combatida com um padrão de comportamento menos vulgar.

As filosofias que tentam solucionar problemas sociais com técnicas paliativas e "jeitinhos", sempre resultam num tiro pela culatra. Os índices estatísticos estão freqüentemente nos noticiários para comprovar esta realidade. A gravidez indesejada, a prostituição juvenil, a própria Aids e outras doenças de origens sexuais aumentaram principalmente entre os jovens e adolescentes. Portanto, temos que abandonar as filosofias atéias e pagãs e aplicar os princípios cristãos (estimulando a conduta cristã) para colhermos bons resultados imediatos e permanentes.

Se o Ministério da Saúde abandonasse as propagandas de técnicas sexuais aparentemente "seguras", e usasse de métodos respeitosos e reverentes para ensinar o adolescente a conter-se, aguardando a idade adequada (ocupando-se com atividades esportivas, por exemplo), e procurando encontrar um único companheiro(a) para uma vida a dois, o Brasil reduziria muitos problemas de saúde e reduziria também muitos outros problemas sociais provocados pela promiscuidade (infidelidade) e precocidade sexual.

É natural que os jovens e adolescentes não consigam seguir à risca esta orientação, mas passariam a olhar com muito mais respeito para esta questão. O simples silêncio do governo, e da mídia, já seria melhor do que a atual publicidade de sexo que estas instituições vêm fazendo entre crianças e adolescentes. O sexo é maravilhoso e útil no tempo adequado, "precocemente" é destrutivo e gera graves conseqüências sociais. Toda publicidade de "camisinha", seja na rua ou na TV, torna-se danosa à sociedade porque transforma-se, abertamente, em propaganda de sexo explícito.

A persistência do assunto sexo, erotismo e namoro infantil na mídia (mesmo sob a desculpa de prevenção à saúde e educação sexual), pode transformar o Brasil num grande prostíbulo onde as pessoas não sabem mais, sequer, a que sexo pertencem. Na minha opinião, o comportamento promíscuo já está gerando crianças deformadas e com as mais diversas anomalias humanas, sejam físicas, de identidade sexual, psíquicas e comportamentais.

Precisamos dar um pouco mais de crédito aos ensinamentos bíblicos para visualizarmos as verdadeiras soluções.


Autor: Valvim M Dutra

Nota: Este artigo é a expressão do pensamento e opinião pessoal do autor, resguardada e protegida pelo direito constitucional inviolável da liberdade de expressão no Brasil. O autor é o único responsável pelas ideias e opiniões expressas acima.

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