Capitalismo x Socialismo no Brasil e no Mundo - As injustiças do Capitalismo Pagão e a Prosperidade do Capitalismo Protestante
 
 

 
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O Capitalismo e a Ética Protestante
 

Em termos práticos, existem várias formas de capitalismo em todo o mundo. O comércio, o dinheiro, o mercantilismo, o lucro, o trabalho assalariado, etc., sempre existiram desde a antiguidade. Cada povo, no entanto, usa as diferentes técnicas comercias e produtivas de acordo com sua conduta ética e moral. Um povo que recebeu uma educação moralista e cívica (respeitosa, patriótica), dá ênfase à honestidade e à justiça na hora de elaborar suas regras econômicas. Mas, um povo que recebeu uma educação tendenciosa, leviana e pouco respeitadora, em geral dá ênfase aos jeitinhos, à exploração e à ganância.
 

Atualmente, um dos capitalismos mais produtivos do mundo é o capitalismo praticado nos países protestantes. Lá, as taxas de juros são baixas, os salários são altos, o nível de emprego é bom e a economia é estável. (Exemplo de países protestantes: Suécia, Inglaterra, Dinamarca, Estados Unidos, Escócia, Finlândia, Noruega, Islândia etc...). Onde quer que esteja, o Capitalismo Protestante é totalmente contrário ao trabalho-escravo, inclusive, ao escravismo de Estado mundialmente conhecido como, Comunismo.

No Comunismo soviético, por exemplo, todos trabalhavam para o governo em troca unicamente do sustento básico (ração alimentícia e teto para morar). Além disso, não tinham nenhum tipo de liberdade: não podiam sair do país, ter fé em Deus e nem almejar qualquer tipo de lucro. Aqui, no Brasil, por longo tempo utilizamos o capitalismo pagão (selvagem); o próprio governo impunha juros absurdos, preços abusivos e salário mínimo vergonhoso.

De fato, o Brasil vem adotando algumas práticas capitalistas há algum tempo, mas ainda não adotou a ética protestante. (Falo da conduta moral e social, e não das práticas religiosas). As pesquisas de Max Weber, relatadas em seu livro “A ética protestante e o espírito do capitalismo”, demonstram que, a ética bíblica, praticada com mais ênfase pelos povos protestantes, produz um capitalismo que gera oportunidades para todos distribuindo prosperidade nas diversas camadas sociais. Infelizmente, o cidadão brasileiro ainda não conhece plenamente o capitalismo protestante. O brasileiro conhece, na verdade, o que podemos chamar de capitalismo pagão - sem ética e sem justiça.

No inicio do século XX, quando os Estados Unidos e a Inglaterra intensificaram o envio de missionários (presbiterianos, batistas, metodistas etc.) aos países latino-americanos, como o Brasil, alguns líderes católicos contra-atacaram difamando o Capitalismo, os americanos e os ingleses. Parece que o objetivo era estimular antipatia pelo modelo de vida dos povos protestantes evitando que o Brasil se convertesse ao protestantismo. O clero católico, daquela época, usou de vários recursos para convencer os brasileiros de que os americanos e os ingleses (principais representantes do protestantismo) eram nossos inimigos. Para isso, semeou esse sentimento dentro das escolas primárias, secundárias e de várias universidades federais. Infelizmente, as gerações mais recentes nasceram, cresceram e se educaram sendo induzidas a rejeitar tudo que estivesse associado ao modelo protestante. Ninguém, no entanto, avisou que tratava-se, na realidade, de uma “guerrinha” religiosa totalmente equivocada. Os verdadeiros inimigos do Cristianismo eram os comunistas marxistas, e não os protestantes (evangélicos).
 

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Até os livros didáticos foram manipulados para evitar que os estudantes brasileiros conhecessem a verdade. Para completar tamanha parcialidade, na formação do cidadão brasileiro, os poucos ateus daquela época também se alinharam contra o capitalismo protestante tentando aproximar o Brasil da ex-União Soviética. Alguns representantes do catolicismo e representantes do ateísmo-marxista, não pouparam palavras falsas para nos induzir a rejeitar determinados povos que, sequer sabíamos, eram protestantes. Infelizmente, até os atuais evangélicos, educados em escolas públicas, desconhecem esses fatos.

De qualquer forma, houve uma época no passado em que o Brasil tentou colocar em prática o capitalismo protestante: foi na época do regime militar. Naquela ocasião -- época em que as Forças Armadas de grande parte do Mundo (Grécia, Espanha, Brasil, Coréia do Sul, Argentina, Uruguai, etc.) assumiram o Poder para defender seus países da ameaçadora revolução comunista, patrocinada pela União Soviética -- o Brasil conseguiu níveis de crescimento espetaculares. A economia crescia a taxas superiores a 10% e sobrava emprego por todo lugar. Os comunistas, e algumas autoridades católicas, vendo que o Brasil prosperava e estreitava seus laços com os países protestantes (Estados Unidos principalmente), trataram então de intensificar suas campanhas de difamação dos militares, do Governo e do Sistema. As campanhas foram tão intensas e tão cheias de slogans atrativos e frases de impacto, que os brasileiros (especialmente os jovens estudantes) não perceberam que estavam sendo fortemente manipulados pelos adeptos do comunismo e do ateísmo.

Nessa ocasião, os “socialistas” ganharam um novo aliado: os artistas e jornalistas, ao perceberem que o Brasil estava adotando um modelo ético e moral semelhante ao protestante (modelo rígido, onde não se permitiam palavrões, obscenidades, erotismos, prostituições, adultérios, mentiras, calúnias, corrupções etc.), trataram então de proteger seus interesses pagãos (suas libertinagens) e aderiram às campanhas de difamação dos Governos Militares, do Capitalismo e dos povos protestantes.

Com o fim da censura prévia, nos anos 80, a principal emissora de televisão criou suas próprias campanhas de manipulação do povo. Algumas campanhas, tidas como culturais, menosprezavam os protestantes ao mesmo tempo em que exaltavam as crenças indígenas, hinduístas, asiáticas e africanas. O objetivo era manipular os desejos culturais do povo e transformar o Brasil em um país pagão (“laico”). Hoje, tal intenção é claramente visível aos olhos de todo mundo. Os artistas conseguiram, enfim, a liberdade de fazer tudo o que querem, inclusive pornografias, orgias e depravações sexuais diante das câmeras de TV. Não dão satisfação a ninguém, e nem respeitam os princípios educacionais, básicos, de moral e de decência. Era tudo o que queriam desde a época do regime militar. Parece que interesses sociais e democráticos, de fato, nunca existiram.

Retornando aos acontecimentos dos anos 80, a partir do momento que as bandeiras vermelhas, típicas dos comunistas, começaram a tremular incitando a população a fazer greves, paralisações, confrontação de classes, invasões etc., (por volta de 1978), a economia brasileira começou a regredir drasticamente. Pouco a pouco os “bandeiras vermelhas” foram ocupando a Política e fazendo leis demagógicas (populistas, oportunistas e “beneficentes”) para agradar (iludir) a população e ganharem seus votos. O resultado não poderia ser diferente. Com a criação de leis insensatas e utópicas, do tipo direito disso e daquilo (contrariando o princípio de justiça ensinado na Bíblia), o país começou a regredir socialmente e economicamente ano após ano. Os salários baixaram, o povo empobreceu, as favelas se multiplicaram, a imoralidade, a miséria e a violência tomaram conta do país.

Enquanto estavam na oposição, “os vermelhos” impediam que o país prosperasse para terem a chance de alcançar o Poder. Eles obstruíam as votações no Congresso, incentivavam greves e mais greves, ameaçavam os investidores estrangeiros e, mais recentemente, visando o voto feminino, estimularam e apoiaram práticas feministas mesmo sabendo que produziriam desrespeitos conjugais, traições, separações e violências entre maridos e mulheres.

É provável que os esclarecimentos dados nesse artigo tenha deixado você um pouco chocado. Afinal, não é isso que a TV e a escola têm nos ensinado nos últimos anos. A verdade, no entanto, é que desde a década de 70 temos sido enganados por pessoas que se auto-intitulam nossos representantes. São pessoas mal-intencionadas que forçaram o país a ficar na miséria por longos anos (ameaçando empresários e investidores) até que alcançassem o Poder e se declarassem “heróis do povo”. O objetivo deste artigo, no entanto, não é criticar fulano nem sicrano, é apenas ajudar o cidadão brasileiro a entender a verdadeira trajetória política e cultural, do Brasil, nas últimas décadas. Medite um pouco sobre as afirmações feitas neste artigo antes de emitir opinião contra ou a favor. Se possível, leia livros e artigos originados de países protestantes para conhecer a versão histórica que a educação brasileira, ingenuamente, não nos mostrou.

 

Valvim M Dutra
Autor do Livro Renasce Brasil.

Veja também:
 
O livro negro do comunismo
 
Capitalismo ou Socialismo ?

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