Resumo para pesquisa e trabalho escolar de estudantes e universitários - Assunto globalização e neoliberalismo
 
 


 
Home    ARTIGOS                          


  Artigos
  Livro do Projeto
  Folhetos do Projeto
  Propostas do Projeto


Em defesa da globalização e do neoliberalismo
 

Esta página é um resumo do artigo “Em defesa dos bodes” de Roberto Campos. O texto explica e defende o processo de globalização e as vantagens do neoliberalismo. O texto fala da globalização comercial e tecnológica e da hegemonia americana. O artigo original, de Roberto Campos, publicado em 12/01/2000, começa assim:

A globalização comercial e tecnológica permitiu o salto dos Tigres Asiáticos e o alívio da pobreza na China.

É reconhecida a proficiência brasileira em três coisas: no futebol, no Carnaval e na busca de bodes expiatórios. Globalização e neoliberalismo foram os bodes na moda da década de 90. Um, era inocente. O outro, era inexistente.
 

   Artigos Campos
  Comunismo brutal
  Brasil e Rússia
  Reforma política
  Estado predador
  Direito e liberdade
  Reforma eleitoral
  Defesa globalização
  Crítica ao Marxismo
  Esquerda e Direita
 
   Artigos Valvim
  Raiz dos problemas
  Capitalismo e ética..
  Socialismo católico
  Sistema Socialista
  Educação Brasil I
  Educação Brasil II
  Propriedade privada
 

A atual globalização não é uma conspiração americana para manter sua hegemonia. Os Estados Unidos são hegemônicos simplesmente porque ganharam a II Guerra Mundial, pelo colapso do socialismo soviético e por liderar a nova revolução tecnológica.

A globalização não é responsável pelo desnível industrial nem pela pobreza da periferia. Ao contrário, foi a globalização comercial e tecnológica que permitiu o salto tecnológico dos Tigres Asiáticos e o alívio da pobreza na China, que quinze anos atrás exportava menos que o Brasil e hoje exporta quatro vezes mais. Como o comércio internacional cresce quase o dobro do PIB mundial, os países abertos ao comércio e ao investimento vêm crescendo muito mais que os de economia fechada.

Fala-se no Brasil nos perigos da "desindustrialização" e da "desnacionalização" em virtude da abertura comercial que fizemos desde 1990. Mas as reais dificuldades de nossa indústria advieram de políticas internas que nada têm a ver com liberalismo ou globalização. O real problema foi sobrevalorização cambial, juros escandalosos (resultantes dos déficits fiscais) e tributação asfixiante.

A atitude sensata para o Brasil é administrar competentemente nossa inserção na economia globalizada do futuro. E, dentro da OMC, continuar lutando tenazmente contra "assimetrias" e "hipocrisias".

A "assimetria" é a insistência dos países industrializados em ampliar a liberação de serviços e as regras de proteção de seus investimentos sem a contrapartida da liberalização de importações agrícolas. A "hipocrisia" é tornar mandatórias no comércio internacional cláusulas sociais (que ignoram diferenças da produtividade da mão-de-obra) ou refinadas exigências ambientalistas. Estas, sob pretextos ecológicos ou humanitários, podem servir de barreiras protecionistas contra as exportações oriundas de países mais pobres.

Qual a alternativa à globalização? Nenhuma. Isolarmo-nos da revolução tecnológica para proteger empregos é suicídio, porque a perda de competitividade geraria estagnação e conseqüentemente mais desemprego.

Em novembro de 1999 houve nas Filipinas uma reunião de antiliberais de 31 países sob o título de Conferência Internacional de Alternativas à Globalização. Além de xingamentos à chamada tríade maligna - FMI, Bird e OMC -, acusada de cumplicidade na "ofensiva neoliberal do capitalismo contemporâneo", a conferência resultou em duas recomendações: um calote financeiro pelo não pagamento da dívida externa, e um calote intelectual pelo não reconhecimento de patentes tecnológicas. Seriam assim, punidos, os dois principais protagonistas do desenvolvimento: os investidores e os geradores de tecnologia.

Diz o economista hindu J.K. Mehta, da Universidade de Allahabad, que o subdesenvolvimento é principalmente falta de caráter, e não escassez de recursos ou de capital. Parece que ele tem razão.

O artigo completo pode ser visto no site: http://pensadoresbrasileiros.home.comcast.net/RobertoCampos/

 

Veja também:
 
O livro negro do comunismo
 
O Estado brasileiro é benfeitor ou predador?

Google

 

botão Adwords
 
botão Adsense
 
 

 
|  Detalhes do Projeto  |  Livro do Projeto  |   Bíblia OnLine  |  Problemas Brasileiros  |  Capitalismo Protestante  |  Educação Brasileira  |  
 
 
|  Desemprego  |  Violência  |  Justiça  |  Drogas  |  Capitalismo  |  Inflação  |  Liberdade  |  Censura  |  Feminismo  |  Democracia  |  
 
 
|   |  
 
 
 
Copyright - A republicação dos artigos deste site é permitida desde que citada a fonte com um link para a página original.
 
 
Você está no Site do Projeto Renasce Brasil. Seja bem-vindo!