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Se considerarmos que a espécie humana é composta de duas metades (uma metade feminina e uma metade masculina), então o nível de diferença entre a metade esquerda e a metade direita, do corpo humano, pode ser um ótimo referencial para compreendermos as diferenças jurídicas, civis e sociais que devem ser preservadas entre a metade humana feminina e a metade humana masculina. Já é evidente que as diferenças entre homem e mulher não são tão grandes como se praticava no passado ou como ainda se pratica nos países muçulmanos. Entretanto, tais diferenças não deixaram de existir.
Infelizmente, nas décadas de 80 e 90, grupos anti-cristãos usaram a televisão brasileira para convencer a mulher a se rebelar contra o homem. Tais grupos usavam o argumento da igualdade total visando, na verdade, destruir a família tradicional e popularizar práticas pagãs na sociedade brasileira. Precisamos entender esta anormalidade e nos preparar para combatê-la, da mesma forma que combatemos a gripe, a dengue, a prostituição, a apologia às drogas, a marginalidade, etc...
Uma boa relação entre marido e mulher deve ser semelhante à relação entre a metade direita e a metade esquerda do corpo humano. A metade direita não explora nem menospreza a metade esquerda, mas também não deixa de exercer sua natural liderança. Imagine o que aconteceria se a mão esquerda e a mão direita tentassem ao mesmo tempo levar o garfo até a boca?
A mão esquerda e a mão direita são mais ou menos iguais, mas têm finalidades ligeiramente diferentes. É óbvio que se a mão esquerda começar a se rebelar e tentar ocupar o lugar da mão direita, ou vice-versa, todo o corpo sairá prejudicado.
Hoje em dia é natural que a mulher queira participar do mercado de trabalho e, com certeza, ela deve ter liberdade para fazê-lo. Entretanto, temos que considerar também que a principal missão que a Natureza preparou para a mulher não é a de sustentar a família. Na verdade, é a de gerá-la e educá-la com o sentimentalismo, o amor e a paciência que lhe são peculiares. Ao homem foi preparado a missão de sustentar e de proteger a família, já que está dotado de maior frieza emocional e de um porte físico mais adequado a esta tarefa. Portanto, o Brasil precisa encontrar uma forma mais flexível para atender os interesses individuais de mulheres e de homens, sem, no entanto, prejudicar os interesses da família. A família "normal" (pai, mãe e filhos) é a base da existência humana e sem ela não haveria mulheres nem homens para pleitear qualquer direito individual.
A mulher brasileira precisa entender sua divina missão e agir com sabedoria e prudência na hora de avaliar os diferentes estímulos, feministas, veiculados nos programas de televisão. No fundo, as “personalidades” da TV estão interessadas em obter fama e ganhar dinheiro; não estão nem um pouco preocupadas com o futuro do país e do povo brasileiro. As personalidades que aproveitam as idéias feministas para propagar imoralidades, rebeldia conjugal, vestimentas indecentes, sodomia, afronta e desrespeito, são pessoas de ideais pagãos; são simples adoradores dos prazeres físicos e do dinheiro e não levam em consideração nenhum dos mandamentos de Deus. Portanto, não são exemplos a serem seguidos porque certamente ao seu tempo, cairão.
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