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Com esta modificação, as vagas de legisladores e de juízes seriam preenchidas exclusivamente por casais "estáveis". Todas as decisões teriam que passar pelas mãos do marido e pelas mãos da esposa. Assim conseguiríamos dosar, de forma pacífica, as avaliações racionais (mais característica dos homens) com as avaliações sentimentais (mais característica das mulheres). Este processo seria mais representativo e eliminaria eventuais tendências, machistas ou feministas, na hora de fazer justiça e na hora de formular soluções sociais, projetos e leis.
A utilização de casais tradicionais, para formular as leis e estabelecer a justiça, resolveria vários conflitos atuais e valorizaria bem mais a família e o ser humano. Além disso, salvaria a nação de ser influenciada por extremistas machistas, feministas ou homossexuais que, uma vez no Poder, podem enfraquecer e danificar os já fragilizados laços familiares.
A opinião de um casal, que vive junto como marido e mulher é, em geral, mais acertada que a opinião de uma única parte, seja a masculina, seja a feminina. Evidências biológicas demonstram que homem e mulher sempre foram complemento um do outro. Portanto, é natural que as características emocionais e psicológicas também se complementem. A utilização do conjunto, homem e mulher, (casados legalmente) daria mais imparcialidade à elaboração e execução das nossas leis, além de melhorar o relacionamento humano, familiar e social. O modelo que está sendo proposto aqui evitaria, inclusive, o surgimento de facções feministas ou machistas nas instituições governamentais e na sociedade em geral.
Outro aspecto que precisamos reavaliar também é o papel da mulher nas atividades administrativas e governamentais. Não é sensato, nem cristão, retirar os homens da direção de empresas estatais, instituições públicas, Ministérios, Secretarias etc., para substitui-los por mulheres. Fazer isso é retirar uma administração racional e substitui-la por uma administração sentimental, ou o equivalente a substituir o conceito capitalista (mais rígido e mais realista), pelo conceito socialista (menos rígido, porém mais fantasioso). Fazer estas inversões é desobedecer a Deus e gerar novos e imprevisíveis problemas. O mais aconselhável, neste caso, seria modificar estas funções criando o cargo de chefia dupla. Esse novo cargo seria ocupado por um diretor e uma conselheira (uma ajudadora), de modo que toda administração pública, a esse nível, seria executada por um homem (diretor) e uma mulher (conselheira). Até as escolas públicas deveriam ser administradas por um Diretor e uma Conselheira. O ideal é combinar a rigidez e a organização masculina com a sensibilidade e a flexibilidade feminina, sem, entretanto, criar disputas de poder entre homens e mulheres.
A população brasileira precisa refletir sobre o fato de que, parlamentares e juízes solteirões, desquitados, divorciados, separados, gays, lésbicas etc., poderão influenciar a sociedade com tendências libertinas, fracassadas, rebeldes, desequilibradas, destrutivas e até mesmo levianas e imorais. Mas homens e mulheres tradicionais, casados legalmente, influenciarão a sociedade com idéias conservadoras, edificadoras, pacifistas e progressistas. Por isso, convém refletirmos com cautela sobre o perigo feminista e sobre o tipo de pessoa que desejamos no Judiciário e no Legislativo brasileiro.
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