| |
Hoje, todos sabemos que esses países acabaram fracassando. A educação que deram a seus povos mudou o país, mas não o melhorou, na verdade o piorou. No entanto, outros povos que também estavam insatisfeitos, mas preferiram aperfeiçoar a educação e a cultura cristã, reformando-a e retirando as impurezas acumuladas no decorrer do longo período medieval, conseguiram realmente melhorar seus países e não apenas mudá-los.
Portanto, não vamos agora nos iludir e fazer experiências com o que já é por demais comprovado. Educação por educação existem muitas entre vários povos, mas, o que o Brasil precisa é de educação boa e verdadeira. (Educação que produza bom comportamento, boa conduta, paz social, eficiência profissional e prosperidade a todos.) Nesse sentido, a Bíblia Sagrada não pode jamais ser desprezada, inclusive, porque nela também se basearam os povos que hoje são os mais prósperos e mais desenvolvidos do planeta.
O conhecimento da história de sucessos e de fracassos do povo judeu, relatada no Velho Testamento, é inúmeras vezes mais importante e mais útil a uma nação do que a história de qualquer outro povo antigo. O Novo Testamento, por sua vez, trás esclarecimentos humanos e religiosos de grande importância social. (Tais esclarecimentos são relativamente simples, mas a maioria do povo brasileiro ainda não os conhece, adequadamente, por conseqüência de misticismos criados por alguns líderes religiosos).
Certos misticismos são até toleráveis porque o Brasil ainda está em fase de desenvolvimento. A liberdade de interpretação pessoal, da Bíblia (sem o “controle” do Vaticano), ainda é novidade para a maioria dos brasileiros que só agora vem descobrindo o Protestantismo.
Até meados do século XX, o conhecimento bíblico ainda era um monopólio da Igreja Católica Romana. Sabemos que os monopólios costumam estagnar e não dão bons resultados. Por isso, o governo deveria levar o conhecimento cristão para dentro das escolas, a fim de que os alunos estudem o conteúdo bíblico sob o ponto de vista histórico, ético, moral, humano e social. O país precisa amadurecer melhor este assunto, inclusive, para que os cidadãos não se tornem presas fáceis de quaisquer equivocada ou mal-intencionada entidade religiosa.
O estudo e análise do conteúdo bíblico, de forma racional, porém respeitosa, traria grandes benefícios à sociedade brasileira. O Cristianismo é, na verdade, composto de uma “polpa” social que é apenas revestida de uma “casca” religiosa. O objetivo da casca é conservar, proteger e transportar a polpa, isto é, transportar o conjunto de valores morais e sociais do “reino de Deus”, via pregações, sermões e cultos. Muitos brasileiros já entendem a necessária combinação entre casca e polpa. A grande maioria, porém, se alimenta apenas da casca (da religiosidade) não enxergando a parte mais importante que é a polpa (a conduta social). Muitos dos que, inclusive, desejam fortemente ser cristãos não executam as atitudes morais e sociais relativas à conduta cristã por falta de adequados esclarecimentos.
O sistema educacional brasileiro, quer considere a Bíblia como fonte de informações relevantes, ou não, não pode mais se deixar influenciar pelo ateísmo se quiser realmente ser útil à nação. Karl Marx pode ter tido boa intenção, mas não sabia exatamente o que fazia quando apregoou a rejeição ao Cristianismo como alternativa de evolução social. A extinta União Soviética (que proibiu todo tipo de manifestação religiosa dentro das suas fronteiras), conseguiu educar praticamente todo o seu povo, alfabetizando mais de 98% da sua população. Entretanto, dominada pela filosofia marxista ensinou conceitos econômicos equivocados, conceitos sociais equivocados, conceitos administrativos equivocados e conceitos religiosos mais equivocados ainda.
Apesar do alto índice de alfabetização que a ex-União Soviética alcançou, as décadas de 80 e 90 demonstraram que a filosofia marxista, no governo e na educação, não proporcionaram os resultados desejados. A ex-União Soviética, que viveu sob cortinas de ferro e com constantes problemas econômicos e disciplinares, não conseguiu se sustentar e acabou se desfazendo em 1991. Portanto, o povo brasileiro não pode se deixar influenciar por ensinamentos utópicos, falsos ou excessivamente materialistas. É melhor tomarmos como exemplo a educação de povos de resultados comprovadamente prósperos do que nos espelharmos em filosofias “socialistas” comprovadamente malsucedidas.
| |